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Pequenas atitudes revelam grandes responsabilidades no cuidado com o ambiente hospitalar

Pequenas atitudes revelam grandes responsabilidades no cuidado com o ambiente hospitalar

RMM especial  mobiliza colaboradores a refletirem sobre sustentabilidade, comportamento e responsabilidade coletiva no Hospital Adventista de Belém.

Copos descartáveis usados sem necessidade e deixados pelos corredores do hospital.
Papel toalha retirado em excesso para enxugar as mãos e, depois, largado no chão.
E até mesmo um gesto que deveria representar cuidado e segurança — como a higienização das mãos — acaba gerando impacto ao meio ambiente quando a torneira permanece aberta por tempo além do necessário.

São cenas simples, quase automáticas. Acontecem todos os dias. E, justamente por isso, passam despercebidas.

Mas é nesse tipo de gesto, repetido na rotina, que o cuidado começa a se perder.

Foi a partir dessas situações cotidianas — e da escolha entre ignorar ou agir diante delas — que o Hospital Adventista de Belém promoveu, nesta quarta-feira (18), uma edição especial da Reunião Multidisciplinar (RMM). Com o tema “Pequenas atitudes, grandes responsabilidades”, a ação convidou os colaboradores a refletirem sobre o impacto das próprias atitudes no ambiente hospitalar.

A proposta foi provocar uma mudança de olhar: entender que a sustentabilidade não está distante da rotina, mas presente em cada decisão diária. Em um ambiente marcado por momentos de cânticos, reflexão e oração, a mensagem foi conduzida de forma a conectar prática e propósito, reforçando que cuidar do ambiente também é uma expressão de valores.

Momento de louvor integra a programação da RMM, reforçando a conexão entre espiritualidade e propósito no cuidado. Ao lado, colaboradores participam do sorteio de brindes, promovendo engajamento e interação durante a ação. (Foto: ASCOM/HAB)

Sustentabilidade começa no cotidiano

A ação foi organizada pelo setor de Hotelaria, com integração da Capelania e participação multiprofissional, reforçando que o cuidado com o ambiente não é uma prática isolada, mas um valor institucional.

Segundo a gerente de hotelaria, Thalita Dantas, a intenção foi aproximar o tema da realidade dos colaboradores.

“A gente quer que cada colaborador consiga enxergar que a sustentabilidade não é algo distante. Ela está no nosso dia a dia, nas pequenas ações em que temos interferência direta, seja no uso da água, no consumo de descartáveis ou na forma como cuidamos dos espaços”, explica.

A proposta dialoga com a forma como a Rede Adventist Health compreende a sustentabilidade dentro da assistência em saúde: não apenas como diretriz técnica, mas como parte da cultura organizacional.

“Para que a cultura realmente se consolide, essas mensagens precisam estar presentes nos nossos diálogos, nas nossas práticas e na forma como nos posicionamos enquanto instituição”, complementa.

Um desafio que ainda é coletivo

Apesar dos avanços, o cotidiano ainda revela desafios importantes. Situações simples evidenciam que o cuidado com o ambiente, muitas vezes, ainda é associado a setores específicos.

A supervisora de higienização, Débora Coelho, observa que esse é um dos principais pontos a serem trabalhados.

“É comum encontrarmos descarte inadequado de resíduos, copos descartáveis deixados em locais impróprios ou uso exagerado de papel toalha. São atitudes que mostram que ainda existe a ideia de que esse cuidado é responsabilidade apenas da higienização, quando, na verdade, é de todos”, destaca.

Para ela, essa mudança de mentalidade é essencial para fortalecer a cultura institucional.

“Quando cada colaborador entende o seu papel, o ambiente se torna mais seguro, organizado e acolhedor. Isso impacta diretamente na qualidade do serviço e na experiência de quem entra no hospital.”

A supervisora de higienização, Débora Coelho, conduz a reflexão espiritual da RMM, conectando princípios de cuidado, responsabilidade e preservação no ambiente hospitalar. (Foto: ASCOM/HAB)

Quando pequenas atitudes geram grandes impactos

O cuidado com o ambiente vai além da estética. Ele se conecta diretamente à segurança, à qualidade assistencial e à imagem institucional.

Ambientes limpos e organizados contribuem para a prevenção de infecções, reduzem riscos e fortalecem a confiança de pacientes e acompanhantes.

“Essas atitudes também promovem sustentabilidade, reduzem desperdícios e impactam até os custos operacionais. Ou seja, pequenas ações geram resultados muito maiores do que imaginamos”, reforça Débora.

Encenação transforma reflexão em experiência

Para tornar essa mensagem mais próxima da realidade, a programação incluiu uma encenação com situações do “certo e errado” no cuidado com o ambiente.

A proposta foi simples: trazer para o palco aquilo que acontece todos os dias nos corredores, salas e setores do hospital.

Para a colaboradora Neydianne, uma das participantes, a experiência trouxe um olhar mais sensível para atitudes que, muitas vezes, passam despercebidas.

“A cena que mais me marcou foi a do desperdício de alimento. Porque a gente sabe que, enquanto alguns desperdiçam, outros não têm o que comer”, compartilha.

Já para Edinaura, o destaque foi o uso excessivo de descartáveis.

“O desperdício de copos chama muita atenção. A mensagem que fica é sobre consciência”, resume.

Cuidar também é um princípio

A reflexão espiritual da programação foi conduzida pela supervisora de higienização, Débora Coelho, que trouxe uma mensagem fundamentada no texto bíblico de Gênesis 2:15, reforçando a responsabilidade humana de cuidar e preservar aquilo que foi confiado por Deus.

Mais do que uma orientação, a mensagem encontrou eco na rotina.
No som da água que corre na torneira.
No papel que se acumula sem necessidade.
No copo descartável que poderia não ter sido usado.

É nesses detalhes, muitas vezes silenciosos, que o cuidado se revela — ou se perde.

No Hospital Adventista de Belém, a sustentabilidade não se sustenta apenas em protocolos ou diretrizes técnicas. Ela nasce de um princípio: cuidar da criação como parte do compromisso com a vida. Um valor que atravessa a fé, orienta o trabalho e se manifesta nas escolhas mais simples do cotidiano.

Uma mudança que começa em cada um

A expectativa, a partir da RMM, é que a transformação não fique restrita ao momento da programação, mas se estenda para o dia a dia dos setores.

Entre as mudanças esperadas estão atitudes simples, como o uso consciente da água, a redução de descartáveis, o cuidado com os espaços e a postura de corresponsabilidade entre as equipes.

“Quando cada um faz a sua parte, isso se multiplica. E o impacto não fica só dentro do hospital — ele alcança também a comunidade onde estamos inseridos”, destaca Thalita.

No fim, a reflexão é direta:
não é sobre grandes ações isoladas, mas sobre escolhas diárias.

Porque, dentro de um hospital, cuidar também começa no detalhe.

Veja os melhores momentos!

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