HAB homenageia mulheres e reforça reconhecimento ao cuidado que começa dentro de casa
Ação promovida pela gestão de hotelaria e pelo setor de atendimento ao cliente celebrou pacientes, acompanhantes e colaboradoras, reafirmando o compromisso do hospital com acolhimento, prevenção e saúde integral.
Pelos corredores dos hospitais, nas salas de espera e diante das portas dos consultórios, há uma presença que se repete com discrição e constância: a da mulher que cuida. Seja ao lado de um pai, de um filho, do esposo, de um familiar ou de um amigo, ela observa, acompanha, orienta e sustenta. Em muitos lares, é dela que parte o primeiro gesto de atenção à saúde — no incentivo aos exames, na organização da rotina e no cuidado com o bem-estar físico e emocional de quem ama.




Reconhecendo essa presença silenciosa, mas essencial, o Hospital Adventista de Belém promoveu, na manhã da última sexta-feira (06), uma ação especial em homenagem ao Dia da Mulher. Idealizada pela gestão de hotelaria e pelo setor de atendimento ao cliente, a programação percorreu o hall do Posto 2, Posto 3, Posto 6 e as recepções dos consultórios, do diagnóstico e da internação, alcançando pacientes, acompanhantes, colaboradoras da equipe assistencial e demais mulheres presentes nos ambientes de cuidado da instituição.
Mais do que marcar a data, a iniciativa reafirmou um posicionamento institucional: o de reconhecer a mulher como parceira essencial do cuidado, da prevenção e da promoção da saúde no ambiente familiar — e, ao mesmo tempo, lembrá-la de que ela também precisa ser acolhida, valorizada e cuidada.

(Foto: Ascom/AH Belém)
Um gesto de carinho que comunica propósito
Em cada posto visitado, a gerente de hotelaria, Thalita Dantas, deu as boas-vindas às mulheres e conduziu a abertura com a leitura de um poema. Em seguida, a colaboradora Débora compartilhou uma mensagem bíblica e uma breve meditação. A programação também contou com cânticos ao som de saxofone, conduzidos pelas colaboradoras Regiane e Poliana, além de momentos de oração intercessora por pacientes, acompanhantes e colaboradoras. Ao final, brindes simbólicos foram entregues pelas colaboradoras Milena, Santa e Rose.

(Foto: Ascom/AH Belém)
No hall do Posto 6, a homenagem ganhou uma ambientação especial. O espaço foi preparado para acolher as mulheres com delicadeza e leveza, reunindo poesia, música, reflexão espiritual e atividades interativas, como jogo da memória, bilhetes de carinho e roleta de prêmios. Um dos destaques da programação foi a cadeira de massagem, pensada para proporcionar um instante de pausa e relaxamento em meio à rotina hospitalar.






(Foto: Ascom/AH Belém)
Segundo Thalita Dantas, a proposta nasceu do desejo de traduzir o cuidado também nos detalhes.
“Nossa maior motivação é promover uma experiência ao nosso paciente que reflita cuidado e carinho nos mínimos detalhes. Prestar homenagem em um dia tão especial como o Dia da Mulher sustenta esse objetivo e promove o ambiente acolhedor que desejamos ofertar aos nossos clientes”, afirmou.
Ela explica que a ação buscou transmitir às mulheres uma mensagem de valor, dignidade e atenção integral. “Queríamos lembrar que cada mulher é única, especial e que Deus as tem bem perto de Seu coração, além de destacar que, enquanto hospital, estamos comprometidos com essa atenção e cuidado”, disse.

(Foto: Ascom/AH Belém)
A mulher como presença central no cuidado
Ao reconhecer a importância da mulher dentro e fora do ambiente hospitalar, o HAB também lança luz sobre um papel que, para muitas famílias, é cotidiano e indispensável. Em muitos lares, é a mulher quem percebe primeiro o sintoma, marca a consulta, acompanha o tratamento, organiza a alimentação, sustenta emocionalmente os que ama e incentiva a busca por ajuda médica.
Para Thalita, esse protagonismo feminino no cuidado não é casual. “Reconhecemos que a mulher é fundamental na estrutura familiar, incentivadora do cuidado e da busca ativa por ações de promoção à saúde, que impactam em todos ao seu redor”, pontuou.
Ela acrescenta que a própria essência feminina está profundamente associada ao cuidado. “Nós cremos que, pelo próprio Deus, a mulher é direcionada para cuidar, amar e acompanhar os seus. Mães, filhas, esposas, avós, tias, amigas… entre diversos títulos, cada mulher se multiplica e busca desempenhar os mais nobres predicados diariamente.”
Quem cuida também precisa ser cuidada
A homenagem também abriu espaço para uma reflexão necessária: a mulher que cuida de todos nem sempre consegue olhar para si com a mesma atenção. No ambiente hospitalar, esse chamado ao autocuidado ganhou forma em cada detalhe da programação — dos brindes às mensagens de fé, da música à oração.
“Em nossa ação, cada detalhe foi direcionado para que a mulher pudesse ser levada a se olhar de forma profunda e leve; no ambiente da saúde, do autocuidado, com cada brinde cuidadosamente pensado nesse sentido e finalizando o ciclo com pedidos de oração, música e mensagem bíblica”, destacou Thalita.
A proposta dialoga diretamente com a missão institucional do Hospital Adventista de Belém, que compreende a saúde de forma integral. “Nossa missão é servir, curar e salvar, promovendo a saúde física, mental, social e espiritual, seguindo o exemplo de Cristo. Portanto, cuidar dos Seus filhos, amar, demonstrar e falar compõe nossa essência de existir”, reforçou a gerente.
Quando o reconhecimento também toca quem trabalha
Entre as mulheres homenageadas estava a enfermeira analista do DRG, Ana Lamego, que há 16 anos atua na instituição. Para ela, o reconhecimento tem um significado profundo porque encontra eco na própria realidade vivida por muitas mulheres dentro e fora do hospital.
“A mulher tem esse cuidado. Ela é uma mãe para cada um. Se preocupa com o esposo, com os filhos. É um alicerce, um papel fundamental, importante, que está promovendo esse cuidado”, afirmou.

(Foto: Ascom/AH Belém)
Ana compartilha que vive de perto a responsabilidade de acompanhar familiares idosos e entende o peso silencioso que esse lugar pode trazer. “Estou vivendo isso recentemente. Ter pais idosos, uma tia, e perceber que nem sempre os outros parentes têm essa mesma atenção… isso sobrecarrega. Mas a gente vê que há necessidade de estar à frente, levando para consulta, acompanhando internação, dando apoio.”
Ao falar sobre o que significa trabalhar em uma instituição que reconhece publicamente esse papel da mulher, a colaboradora resume o vínculo afetivo que construiu com o hospital ao longo dos anos. “Esse hospital é como uma casa para mim. Em todos os setores em que passei, sempre tive apoio. E acho muito importante esse reconhecimento, porque nós somos mães, esposas, filhas, estamos à frente de vários processos e, às vezes, não temos tempo para nós.”
Sua mensagem para outras mulheres é direta e sensível: cuidar dos outros exige, antes, preservar a própria saúde. “É necessário ter esse autocuidado para que você continue cuidando das pessoas que ama. Nem que sejam dez minutos para si mesma, para passear, ver um filme, ler um livro ou fazer algo que goste. Esse cuidado com o nosso próprio ser é importante.”
Humanização que alcança quem está do outro lado do leito
A ação também tocou acompanhantes e pacientes, especialmente em um contexto em que a rotina hospitalar costuma ser atravessada por ansiedade, cansaço e espera. A professora Marluce Gatinho, que acompanhava a filha internada desde a segunda-feira, recebeu a homenagem com emoção.

(Foto: Ascom/AH Belém)
“Eu me senti muito grata e feliz pela iniciativa do hospital, porque nós sabemos como é o ambiente hospitalar. Por melhor que seja, a gente está sempre naquela expectativa da alta. E, de repente, receber uma linda homenagem em relação à mulher fez uma diferença muito grande”, relatou.
Para ela, ações como essa ampliam a percepção de humanização. “Cria um outro ambiente no hospital, um ambiente mais pessoal, muito mais humanizado. O ambiente aqui já é humanizado, mas essas ações qualificam ainda mais as atividades do hospital.”
Marluce também representa com clareza o perfil de tantas mulheres que se tornam referência de cuidado dentro da própria família. Professora da rede estadual na área da educação especial e coordenadora pedagógica da prefeitura de Belém do Pará, ela conta que acompanha de perto a saúde das filhas, marca consultas, incentiva exames e procura garantir assistência de qualidade para a família.
“Eu me preocupo muito com a questão da saúde. Muitas vezes, sou eu mesma quem liga, marca consulta, acompanha. Agora mesmo, vamos sair daqui com algumas consultas já marcadas”, contou.
Ao refletir sobre o autocuidado, ela reconhece que, em muitos momentos, priorizou os outros e deixou a si mesma em segundo plano. “Às vezes, eu me sinto muito cansada física e emocionalmente, mas é tão satisfatório para mim poder ajudar que vou suprimindo esse cansaço. Mas eu oriento outras mulheres a se priorizarem. É muito importante esse autocuidado para que a gente possa estar bem e cuidar dos outros.”
Confiança, acolhimento e saúde integral
Na recepção dos consultórios, a paciente Carolina Souza também foi surpreendida pela homenagem. Para ela, a ação expressou sensibilidade em um dia comum de espera por atendimento.
“A gente fica um pouco surpresa, porque não está muito acostumada a receber homenagem, mas eu achei muito bacana, muito legal da parte do hospital fazer isso para a gente em um dia tão especial”, disse.

(Foto: Ascom/AH Belém)
Carolina relaciona essa atenção ao papel que a mulher desempenha na própria rotina familiar, especialmente no cuidado com a mãe idosa. “A gente sempre procura as melhores formas de se cuidar, de estar bem. E eu estou sempre cuidando da minha mãe, que já tem 80 anos. Às vezes, tem até que forçar um pouquinho, porque nessa idade ficam um pouco teimosas, mas a gente procura que esteja sempre bem.”
Na avaliação dela, esse cuidado vai além do físico. “Com certeza envolve apoio emocional. Você ouvir, conversar, dar atenção, passar um momento de qualidade com a pessoa… isso também é muito importante. Vai muito além do cuidado do dia a dia. É acolher.”
Ao explicar por que escolheu o Hospital Adventista de Belém para cuidar da própria saúde, Carolina resume elementos que ajudam a consolidar o posicionamento institucional da marca. “Eu acho que realmente é o melhor hospital. O atendimento, a qualidade, a estrutura, para mim, são os melhores. E também tem essa questão espiritual, esse trabalho que o hospital realiza. Eu acho que isso é primordial para o paciente, porque alinha a ciência com esse lado espiritual. É importante, deixa tudo mais leve, mais confiante, mais otimista.”
Cuidar da mulher é também cuidar da família
Ao longo da ação, a homenagem se revelou mais do que uma lembrança de datas ou um gesto simbólico. Em cada poema, oração, canção, palavra de afeto e instante de pausa, o hospital reafirmou sua compreensão de que a mulher ocupa um lugar essencial na saúde familiar — e de que esse papel precisa ser reconhecido com respeito, escuta e cuidado.
Ao homenagear pacientes, acompanhantes e colaboradoras, o Hospital Adventista de Belém fortalece sua imagem como um espaço de confiança para quem cuida. Um hospital onde a mulher encontra não apenas atendimento, mas acolhimento, prevenção, segurança e uma visão integral da saúde.
Porque, quando a mulher é cuidada, o cuidado se multiplica. E, muitas vezes, é nela que ele começa.

(Foto: Ascom/AH Belém)
Confira o registro fotográfico da ação e reviva os momentos mais especiais dessa homenagem preparada com carinho para as mulheres que passaram pelos ambientes de cuidado do HAB. Acesse o link e veja os destaques da programação.